Clube de Futebol Estrela da Amadora

Blog com notícias e os resultados do C.F.Estrela da Amadora.

01 Agosto, 2005

Reforço à vista

O plantel do Estrela da Amadora pode não estar fechado. Afastada a hipótese Marquinhos, motivada pela sua inadaptação ao clube, Toni continua a necessitar de um extremo-esquerdo, existindo a possibilidade de chegar mais um jogador à Reboleira. Ainda dentro deste âmbito o técnico do Estrela pretende contar com um plantel de apenas 23 ou 24 elementos - neste momento encontram-se às ordens de Toni 26 jogadores - pelo que advinham-se possíveis mexidas no grupo.
Por sua vez, o defesa brasileiro Wesnalton será - de acordo com o previsto - submetido, ao início da tarde de hoje (14h00), a uma intervenção cirúrgica a fim de debelar a lesão no tendão rotuliano esquerdo, que o impossibilitará de dar o contributo à equipa nos próximos tempos, não sendo, ainda, possível determinar o tempo de inactividade.
Por último, acrescente-se que após o encontro amigável com a formação do Tourizense - que terminou empatado a uma bola - a equipa da Reboleira teve direito a um dia de folga, retomando os trabalhos no dia de hoje, pelas 17h00, no Estádio José Gomes, tendo ainda agendado para a próxima terça-feira - em Rio Maior, pelas 18h00, - mais um encontro de preparação, desta feita, com a equipa do Nacional da Madeira.

O Jogo

Notáveis são fruto da formação do clube

Pedro e Rui têm oito e dez anos, respectivamente, estudam, são amigos e decidem fazer testes de captação no Estrela da Amadora, pois residem em Minas e Falagueira, perto do Estádio José Gomes. Passam com sucesso e integram os infantis; Adelino, de 15 anos, joga nos juvenis do Massamá, até ser descoberto por Matine e José Martinho, dois históricos do clube da Reboleira.Se regressarmos a 2005 e juntarmos aos dois primeiros jogadores os nomes Simões e Borges e ao terceiro o “nickname” Jordão, ficamos na presença dos únicos elementos do actual plantel tricolor que são provenientes da formação e que representaram, oficialmente, o clube como seniores, estando ligados aos sucessos mais recentes.Pedro Simões é o mais fiel, pois é, entre os três, o que representa o clube há mais tempo. Em mais de 20 anos, regista apenas passagens pelo Elvas e Casa Pia, onde encontrou... Rui Borges. “Passei aqui a minha vida”, atira o futebolista, para justificar a importância que o Estrela da Amadora tem na carreira. Duas subidas ao principal campeonato nacional constituem-se como os feitos mais significativos de um atleta que conheceu todos os escalões de formação do clube. Jordão totaliza dez anos vestido de tricolor e igual número de promoções e um campeonato ganho na Liga de Honra com os amadorenses. “O Estrela marca-me bastante: consegui ser internacional nas camadas jovens, ajudou-me a sair para um ‘grande’, o Benfica, e permitiu o regresso ao futebol português”, refere o atleta.

A redenção do baixinho
Rui Borges conseguiu a subida à SuperLiga no regresso ao clube da Reboleira, ocorrido na temporada passada, depois de ter sido dispensado dos iniciados “por falta de capacidade física”. Nas camadas jovens do Estrela, o futebolista esteve cinco anos.

Record

Tourizense 1 - E. Amadora 1 : “Penalties” disfarçam

Tourizense e E. Amadora proporcionaram, ontem, um jogo com pouca qualidade e só através de grandes penalidades concretizaram golos.António Alves inaugurou o marcador após uma das melhores jogadas na primeira parte: Pedro Fontes conduziu um contra-ataque, passou a bola a Chano – integrou o estágio do Estrela –, que foi derrubado por Paulo Machado e o “penalty” foi assinalado.No segundo tempo, o encontro tornou-se emotivo, com o Estrela a criar várias ocasiões de golo, principalmente por Roberto Santos e Rui Duarte. Coutinho obteve o tento do empate, num “penalty” polémico, pois não houve falta sobre Anselmo.No final da partida, Tó Margarido, treinador do Tourizense, considerou que o encontro não teve qualidade: “Foi um desafio fraco.”Por outro lado, Toni, técnico dos tricolores, concordou que o jogo “não foi bom”, sublinhando que “os atletas sentiram a carga grande de treinos”.

Record

31 Julho, 2005

Brasileiro Marquinhos afastado

O brasileiro Marquinhos terminou, na manhã de ontem, o período de experiência no Estrela da Amadora, depois de realizar apenas dois treinos. Os problemas físicos marcaram a curta passagem do jogador pelo futebol português: primeiro sofreu uma amigdalite e na sessão de trabalhos efectuada ontem queixou-se de dores numa das pernas.

Apesar de a contratação não ter sido consumada, os tricolores não vão procurar mais nenhum extremo-esquerdo, segundo garante António Oliveira, presidente do Estrela da Amadora. “Tem de haver uma solução interna”, afirma. Todavia, o plantel pode receber mais um reforço na próxima segunda-feira.

Naquele dia, está prevista uma reunião com representantes da marca Futre, para ultimar pormenores relativos ao contrato que une as duas entidades e discussão sobre a possibilidade de o Atlético de Madrid participar num torneio com o Estrela e Estoril. O antigo craque será intermediário entre portugueses e espanhóis.

Noutro âmbito, o Estrela da Amadora defronta hoje, pelas 18 horas, o Tourizense, em Touriz. Pedro Fernandes, Tiago Rosa e Careca, que estão lesionados, não vão jogar.

Record

Grupo de honra entre estrelas

A Liga de Honra foi o escalão que mais reforços forneceu ao Estrela da Amadora para a nova temporada: Rui Duarte (ex-Leixões), Igor (ex-Marco), Tony (ex-Chaves), Emerson (ex-Maia) e Hugo Morais (ex-Aves) procuram confirmar potencialidades na SuperLiga.Rui Duarte passou discretamente pela divisão mais importante do País, embora tenha totalizado três temporadas, em representação do Belenenses, clube que serviu durante 15 anos. “Tive falta de oportunidades para chegar mais cedo à SuperLiga. Evoluí como jogador e como pessoa. Tenho mais experiência e isso ajuda a ultrapassar as dificuldades”, refere o jogador, que ainda sente alguma mágoa por não ter sido bem tratado quando abandonou o clube do Restelo. Por isso, começa por dizer que Naval e Leixões são os clubes que mais o marcam, mas admite, depois, que gostaria de voltar a alinhar pelo Belenenses.Não há amor como o primeiro. Este pode ser o lema de Igor, uma vez está de regresso ao clube que o foi buscar ao Brasil. Pelo Estrela, disputou 12 jogos na SuperLiga. “As coisas não correram bem no primeiro ano: o futebol era diferente, não conhecia os jogadores, pelo que a adaptação não foi fácil. Sinto-me, agora, mais maduro pois estou cá há seis anos e isso pode ajudar-me a ter melhores resultados.”Ambos defendem que não é mais difícil jogar na SuperLiga e apostam que as outras aquisições podem fazer um bom campeonato. “As condições são excelentes. Agora, é só a bola rolar”, atira Igor, perante a concordância de Rui Duarte.

Record